segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Cuba não vê obstáculos políticos para liberar acesso à Internet
Apesar de novos cabos ópticos implantados, ainda falta investimento em infraestrutura para disponibilizar o acesso à Internet na casa dos cubanos.
Reuters. Por Rosa Tania Valdés - Cuba não vê "nenhum obstáculo político" para abrir o acesso da população à Internet, disse na segunda-feira o vice-ministro de Comunicações, Jorge Luis Perdomo, na semana em que um cabo de fibra ótica venezuelano entrará em operação e aumentará a velocidade de conexão na ilha.
No entanto, Perdomo disse que o novo cabo não será uma "varinha mágica" e que ainda falta investimento em infraestrutura para disponibilizar o acesso à Internet na casa dos cubanos.
"Não há nenhum obstáculo político... que possa deter esse processo", disse Perdomo a jornalistas ao ser perguntado se Cuba abrirá o acesso à Internet à população.
"Existe total vontade do governo... de seguir desenvolvendo o setor das telecomunicações em função do desenvolvimento econômico e social do país, incluindo as instituições, a população e todos os atores da sociedade", acrescentou ele.
Cuba tem uma das taxas de conexão mais baixas do hemisfério. O acesso à rede está restrito principalmente a funcionários do governo, acadêmicos e empresários estrangeiros.
Segundo dados oficiais, Cuba tinha 1,6 milhão de usuários em 2009, ou 14,2 para cada 100 habitantes. Mas a maioria não tem acesso pleno à Internet --somente a e-mail e a uma intranet com páginas selecionadas pelo governo.
Cuba atribui suas limitações de conexão ao embargo comercial imposto pelos Estados Unidos, que obrigou a ilha a utilizar uma ligação por satélite, mais lenta e cara do que uma conexão física.
Nesta semana, um cabo de fibra ótica de 1.600 quilômetros entre Cuba e Venezuela entrará em operação, aumentando em 3 mil vezes a velocidade de transmissão de dados da ilha.
As belezas de Foz do Iguaçu em 360 graus
Um dos locais mais lindos do mundo. São várias fotos HD e em 360 graus tiradas de vários ângulos.
Entre no link abaixo
http://www.airpano.ru/files/brasil/iguasu/iguasu_eng.html
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Mudança climática faz cadáveres serem descobertos em montanhas
Imagine que você é alpinista e enquanto sobe uma montanha encontra um homem sentado num banco de avião, com o cinto de segurança afivelado e ar de quem está dormindo. O que faria? Pegaria o sujeito e levaria até a base da montanha, é claro.
Isso aconteceu, e o homem sentado era Rafael Benjamín Pabón, piloto de avião que colidiu com a Huayana Potosí (uma montanha na Bolívia com mais de 6 quilômetros de altura).
O acidente aconteceu em 1990, quando ele tinha 27 anos e desde então seu corpo estava ali, congelado. Agora que foi encontrado, sua mãe poderá enterrar o corpo do filho.
Esse fato não é isolado: a foto aí em cima é de uma das três crianças incas que foram encontradas nas montanhas da Argentina. E ainda existem casos de soldados na Europa, entre outros até mais antigos num ótimo estado de preservação.
Os corpos, que foram “mumificados” pela neve e frio extremo, começam a aparecer na superfície por conta do processo de aquecimento que o planeta está passando. Pois é, encontrar os corpos para um enterro digno parece bom, mas a razão disto estar ocorrendo não é nada agradável.
Isso aconteceu, e o homem sentado era Rafael Benjamín Pabón, piloto de avião que colidiu com a Huayana Potosí (uma montanha na Bolívia com mais de 6 quilômetros de altura).
O acidente aconteceu em 1990, quando ele tinha 27 anos e desde então seu corpo estava ali, congelado. Agora que foi encontrado, sua mãe poderá enterrar o corpo do filho.
Esse fato não é isolado: a foto aí em cima é de uma das três crianças incas que foram encontradas nas montanhas da Argentina. E ainda existem casos de soldados na Europa, entre outros até mais antigos num ótimo estado de preservação.
Os corpos, que foram “mumificados” pela neve e frio extremo, começam a aparecer na superfície por conta do processo de aquecimento que o planeta está passando. Pois é, encontrar os corpos para um enterro digno parece bom, mas a razão disto estar ocorrendo não é nada agradável.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Gelo do Ártico perdeu área maior que Estado de SP em 2010, revela estudo
A camada de gelo que cobre o Pólo Norte, no Ártico, nunca foi tão pequena para o mês de dezembro desde que as medições começaram em 1979, segundo estudo do Centro Nacional de Gelo e Neve (NSIDC, na sigla em inglês), a agência do governo norte-americano que monitora a região.
Em dezembro de 2010, a superfície média de gelo no Pólo Norte foi de 12 milhões de quilômetros quadrados – 270 mil quilômetros quadrados a menos do que o recorde de menor área anterior, registrado em 2006. É o equivalente a perder uma área de gelo maior do que a do Estado de São Paulo.
O derretimento do gelo coincide com temperaturas altas consideradas anormais nos últimos anos. Embora a onda de frio deste inverno tenha sido intensa na Europa, o resto do Hemisfério Norte viu um calor extraordinário. As temperaturas do ar na Sibéria estavam de 6 a 10 graus Celsius acima do normal em dezembro. No Ártico canadense e na Baía de Hudson, as temperaturas também estavam 6 graus acima do normal. No Alasca e na Escandinávia, as temperaturas de dezembro ficaram entre 7 e 13 graus acima da média.
O ano de 2010 foi um dos mais quentes já medidos pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1850 (quando o monitoramento da agência da ONU teve início), e um dos três mais efervescentes registrados pela Nasa (Agência Espacial Americana) nos últimos 131 anos. Os termômetros de nove países chegaram a registrar entre 47ºC e 54ºC. [Blog do Planeta/EcoD]
Em dezembro de 2010, a superfície média de gelo no Pólo Norte foi de 12 milhões de quilômetros quadrados – 270 mil quilômetros quadrados a menos do que o recorde de menor área anterior, registrado em 2006. É o equivalente a perder uma área de gelo maior do que a do Estado de São Paulo.
O derretimento do gelo coincide com temperaturas altas consideradas anormais nos últimos anos. Embora a onda de frio deste inverno tenha sido intensa na Europa, o resto do Hemisfério Norte viu um calor extraordinário. As temperaturas do ar na Sibéria estavam de 6 a 10 graus Celsius acima do normal em dezembro. No Ártico canadense e na Baía de Hudson, as temperaturas também estavam 6 graus acima do normal. No Alasca e na Escandinávia, as temperaturas de dezembro ficaram entre 7 e 13 graus acima da média.
O ano de 2010 foi um dos mais quentes já medidos pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1850 (quando o monitoramento da agência da ONU teve início), e um dos três mais efervescentes registrados pela Nasa (Agência Espacial Americana) nos últimos 131 anos. Os termômetros de nove países chegaram a registrar entre 47ºC e 54ºC. [Blog do Planeta/EcoD]
domingo, 2 de janeiro de 2011
2 dia do ano
Hoje, domingo, sinto falta de tudo o que o mundo um dia não me deu
tenho a impressão que tudo e como uma grande nave do tempo vendo pela janela a mesma foto
quando finalmente o Brasil elege uma mulher para a presidência da república o que chama atenção e uma
mulher que casa (por interesse?) com o vice
sim sei que o poder é uma coisa doida, mas o que me preocupa é que as pessoas o aceitem assim sem questionarem e pessoas ditas sérias
tenho a impressão que tudo e como uma grande nave do tempo vendo pela janela a mesma foto
quando finalmente o Brasil elege uma mulher para a presidência da república o que chama atenção e uma
mulher que casa (por interesse?) com o vice
sim sei que o poder é uma coisa doida, mas o que me preocupa é que as pessoas o aceitem assim sem questionarem e pessoas ditas sérias
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